O sexteto da sucessão 2014

O sexteto da sucessão 2014
O sexteto da sucessão 2014

Se as eleições fossem hoje, quais seriam os candidatos a governador do Rio Grande do Norte? Pergunta de canto de esquina, mesa de bar ou banco de praça, onde os analistas de ruas têm os seus prognósticos. Mas, é possível fazer alguma previsão neste momento? De forma segura, não.

No entanto, o tabuleiro da sucessão de 2014 não sofrerá alterações em relação a nomes. As candidaturas, certamente, ou salvo algum imprevisto, sairão da lista que está na pauta do dia. Vamos aos nomes:

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) é colocada pelo direito natural à reeleição. Ela quer renovar o mandato, mas, para isso, precisará de uma guinada no seu governo para se viabilizar.

Ao seu lado está o PMDB, um aliado mais adversário dos que os adversários e também querendo o Governo. Os nomes são os de Henrique Alves, Garibaldi Filho e Walter Alves. Eles negam, mas querem. Sairá daí o candidato, se o PMDB tiver candidatura própria em um eventual rompimento político com Rosalba.

Na oposição, dois nomes:

O vice-governador dissidente Robinson Faria (PSD), que se lançou candidato desde 2011, quando rompeu com a governadora, e que se articula para viabilizar um palanque.

O outro nome é o da ex-governadora e atual vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria (PSB). Ela nega, ressaltando que o seu projeto é de se eleger deputada federal, mas não convence ninguém. Inclusive, na semana passada, Wilma bancou pesquisa colocando-a na liderança pela corrida estadual, repetindo uma tática que ela sempre usou.

Pois bem…

Esse é o sexteto para 2014 e pouco provavelmente surgirá outro nome, fora – evidentemente – os nanicos que eventualmente aparecem em ano eleitoral. Agora, a questão é: quem vai se viabilizar?

Essa pergunta só terá resposta no próximo ano, entre a Quarta-feira de Cinzas e a Ressurreição de Cristo, tempo de muita reflexão e de muita articulação para quem deseja um palanque para se eleger governador.

Até lá, tudo pode acontecer, principalmente nas hostes do palácio oficial, que trabalha com a possibilidade de mudar o rumo do governo a partir do RN Sustentável, programa que receberá 540 milhões de dólares do Banco Mundial.

Esses recursos começam a cair no cofre do Estado até o final do ano, para bancar projetos principalmente de infraestrutura e de estrutura hídrica, que contemplarão todos os 167 municípios potiguares. Isso sugere que o projeto envolverá os prefeitos na sua ação administrativa, que poderão funcionar como agentes multiplicadores de uma nova imagem de governo.

 

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